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14 fev, 2015

Valentine’s Day, at last…

13 jun, 2012

Valentine’s Epic Fail. Ato final.

Eis me aqui um dia após o tal Dia dos Namorados aqui no Brasil. Minhas espectativas? As mesmas de qualquer ano: Nenhuma.

Tive um dia muito agradável com meus amigos da agência, minha família e meus amigos da universidade. Fiquei sabendo de coisas espalhafatosas que eu ainda tinha dúvidas! Foi bem legal, de verdade. Morri de rir o dia inteiro, sem escutar músicas fossáticas, como geralmente eu passo o dia fazendo.

Isso até meia-noite. Fiquei até aliviada em saber que tive um ótimo dia dos namorados, sem precisar ter um, de fato!

Até meia-noite.  Continue lendo

08 jun, 2012

Valentine’s Fail, parte dois

Sim, vai começar tudo de novo. Aqueles blablablás, nhenhenhéins do Valentine’s Day de fevereiro. Agora em junho, para minha completa infelicidade.

Vocês devem lembrar do Valentine’s Fail. Minha mente continua com o mesmo pensamento… Dia idiota, onde tudo que há de errado para acontecer (como queimar a testa com a chapinha, esquecer a chave do lado de fora da porta, ou rasgar a meia-calça novinha quando está de vestido), acontecerá. É como se a Lady Murphy quisesse ser minha melhor amiga nessas situações, e eu, por relutar recebê-la em minha vida, ela sempre acabar com meu dia.

Não que eu quisesse ter um dia bom no Dia dos Namorados. Porque, para ter um dia 100% nessa data, dependeria de dois fatores principais: Continue lendo

14 fev, 2012

Valentine’s Fail

Não sei vocês, mas nunca tive um namorado. Nunquinha. Nem daqueles que aparecem antes do Dia dos Namorados e desaparecem no dia seguinte. Nunca tive esse gostinho de comprar presentinho pro bofe, escrever cartinha com meu perfume Dolce e marquinha de batom, nem ir ao cinema ver algum filme dramático e diabético.

Há quem pense que sou namoradeira. Do tipo “Solteira sim; Sozinha nunca”. Ou… “Tô na pista pá negócio”.

Não sou assim. Nunca fui. E acho que nunca serei.

Até porque minha auto-estima não é lá essas coisas. Uma hora eu estou me amando em frente ao espelho, e na outra eu queria nascer de novo. Não exatamente isso, mas há vezes que eu, realmente, odeio me olhar no espelho.

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